A preocupação com o meio ambiente e os congestionamentos cada vez piores nas grandes cidades fizeram com que muitas pessoas trocassem o sonho do carro próprio por meios de transportes mais limpos e baratos.

Para atender às demandas desse novo perfil de consumidor, muitas startups têm investido em conceitos como o de economia compartilhada, que possibilita o uso coletivo de carros, bicicletas, patinetes e afins.

Se antes da pandemia tais mudanças já se mostravam uma tendência, elas ganharam ainda mais força no último ano, quando o trabalho nos escritórios foi transferido para casa e hoje experimenta um novo formato, em que  colaboradores trabalham cada dia de um jeito – de casa, do escritório, de coworkings ou em uma mistura de tudo isso.

Atentos a essas mudanças, departamentos de RH’s de grandes corporações buscam oferecer benefícios flexíveis que acompanhem as transformações crescentes no setor de mobilidade urbana.

Auxílios para diferentes meios de transporte

Muitas empresas interromperam o pagamento de vale transporte durante o período de distanciamento social e home office, mas as que já voltaram ao presencial, ainda que parcialmente, têm optado por auxílios capazes de possibilitar o uso de diferentes meios de transporte. Eles se mostram ainda mais atrativos agora, diante do cenário incerto da pandemia, em que muita gente opta por não usar transporte público para evitar locais com aglomerações de pessoas e maiores chances de contrair o coronavírus.

Um benefício que atende bem a esse perfil é o Alelo Gestão de VT, que conta com o aplicativo AbsMob. Por meio dele, os funcionários usuários de vale-transporte, vale-combustível e proprietários de veículos se conectam e podem compartilhar o uso de automóveis. O programa busca incentivar formas mais econômicas de deslocamento até o trabalho, de modo a otimizar o tempo de duração desse trajeto. Também permite repassar as informações sobre o uso do vale-transporte à empresa, de forma simples, pelo aplicativo, oferecendo recompensas sempre que o VT não for usado.

“Esse app é uma grande oportunidade, através de uma tecnologia inovadora e disruptiva, de ajudar os colaboradores das empresas a se deslocarem, principalmente no trajeto casa-trabalho-casa, de uma forma mais rápida, econômica, segura, flexível e sustentável, diminuindo os impactos de trânsito, emissão de CO2, falta de estacionamento e ônibus lotados”, explica Carlos Bernardo Ratton Mascarenhas, cofundador e responsável pelas áreas do comercial, marketing e estratégia da Audaz Tecnologia, empresa voltada à gestão de mobilidade corporativa e criadora do aplicativo.

O app permite que os colaboradores, além de terem informações e conexões relacionadas ao deslocamento – sobre caronas, aplicativos de transporte privado, de bike e o próprio transporte público, com dicas de melhores ônibus e metrôs, rotas, horários etc. – resgatem parte do valor não utilizado no VT e o utilizem nos produtos de benefícios da Alelo. O acúmulo de saldo nesse cartão pode ser gasto em locais como restaurantes, supermercados ou postos de combustível.

“Através de um processo de gamificação, conseguimos mudar os hábitos dos funcionários, ajudando-os a trazer soluções viáveis em seu deslocamento e ainda bonificá-lo cada vez que ele encontra uma forma melhor de se locomover através do aplicativo, podendo usar esses créditos acumulados em resgates de prêmios compostos por produtos Alelo, como o Cartão Mobilidade e o Cartão Natal”, relata Carlos Bernardo.

Além disso, diz ele, o aplicativo fornece informações sobre alterações de horário ou rotas na linha de transporte, sugere trajetos mais rápidos e conecta com outros modais, como caronas corporativas, aplicativos de bikes, carros, incentivando ainda as caminhadas.

Além de beneficiar os colaboradores, as empresas também saem ganhando, visto que o app permite economizar com a gestão de vale-transporte no dia a dia.

“Este projeto proporciona uma oportunidade à empresa de explorar seu lado sustentável e inovador, além de diminuir o custo mensal com o vale transporte”, pontua o cofundador do negócio.

Segundo Carlos Bernardo, as organizações que adotaram este modelo têm obtido pontos adicionais na classificação das melhores empresas para se trabalhar. “Trata-se de um benefício que traz uma solução muito importante em um problema mundial que é o tempo em que as pessoas ficam no trânsito na jornada para o trabalho”, conclui.

 

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