Árvores de Natal, luzes, lista de presentes, programações de viagem, receitas para a ceia e reuniões com amigos e famílias estão entre as tradições de fim de ano. O Natal é a data mais importante para o comércio e a chegada do ano novo costuma movimentar bilhões em viagens e comemorações. Mas em 2020, por conta da pandemia, muitas pessoas decidiram rever os planos.

Uma pesquisa exclusiva realizada pelo time de inteligência de mercado da Alelo com milhares de funcionários de empresas clientes revela dados interessantes: 18% dos respondentes afirmaram que não comprarão presentes de Natal este ano. Entre os que responderam que manterão as tradições, 22% disseram que vão realizar a compra de presentes no ambiente online.

O estudo feito em todas as capitais brasileiras pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) comprova essa tese de revisão de planos e estima que 86 milhões de pessoas devam ir às compras de Natal, movimentando cerca de R$ 38,8 bilhões no setor de comércio e serviços. A cifra representa uma redução significativa frente à sondagem do último ano, quando a previsão era de que fossem movimentados aproximadamente R$ 60 bilhões.

Mais espaço na mesa

A mesa farta rodeada de pessoas não será realidade para muitos respondentes da pesquisa da Alelo sobre as expectativas para o Natal. 38% dos respondentes afirmaram que a comemoração será intimista, apenas com os moradores da casa, 34% admitiram ter planos de encontrar amigos sem abrir mão da máscara e dos cuidados, 15% ainda estão pensando em como fazer, 9% pretendem realizar encontros virtuais e apenas 2% planejam ir à restaurantes e lugares mais amplos para celebrar.

Os entrevistados assumem que o investimento na ceia de Natal será menor neste ano e 8% disseram que sequer vão comprar os itens alimentícios tradicionais da ceia.

A tradicional cesta natalina distribuída por muitas companhias é aguardada por 29% dos respondentes. Os demais 71% afirmaram que não costumam ganhar o conjunto de alimentos tradicionais.

Entre os respondentes, 53% disseram que gostariam que o valor correspondente a cesta básica natalina fosse disponibilizado como saldo extra no benefício alimentação/refeição. Já 32% preferem receber um cartão de benefício Natal com saldo para ter a liberdade de escolher entre os itens de preferência e 16% julgam que receber o valor de custo da cesta como ajuda de custo seria a melhor opção.

A tendência de flexibilizar os benefícios já vem sendo observada pela Alelo, que oferece a possibilidade de incrementar os valores dos vales refeição e alimentação e até mesmo de conceder o desejado cartão Alelo Natal, que é aceito amplamente na multi rede credenciada Alelo (supermercados, padarias, restaurantes, postos de combustíveis, farmácias, dentre outros), além de possibilitar acesso a descontos especiais oferecidos pelo Clube Alelo.

Dessa forma, o colaborador decide o que fazer com o montante e não fica preso aos itens específicos disponibilizados em cestas e pode celebrar as festas de fim de ano como se sentir mais seguro e confortável.

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